OPERAÇÃO ESPECIAL: SITUAÇÃO NA LINHA DE FRENTE EM 19 DE ABRIL DE 2026
As Forças Armadas da Rússia mantiveram posições defensivas e ofensivas em diversas direções da linha de frente durante as últimas 24 horas. Um comandante de pelotão do grupo Centro resistiu por uma semana a ataques constantes, apesar de ferimentos, conforme relato de um combatente da unidade. As ações dos grupos Norte, Oeste, Sul, Centro, Leste e Dnepr resultaram em avanços táticos e neutralização de alvos inimigos em regiões como Sumy, Kharkiv, Donetsk e Zaporizhzhia.
As perdas das Forças Armadas da Ucrânia somaram 1.170 militares em um dia. Na zona Norte foram registradas mais de 165 baixas, com destruição de veículos blindados, artilharia e depósitos. O grupo Oeste reportou até 200 soldados perdidos pelo lado ucraniano, incluindo equipamentos de artilharia autopropulsada de fabricação ocidental. Nas demais direções, as baixas variaram entre 50 e 315 militares, com destruição adicional de blindados, automóveis, estações de guerra eletrônica e depósitos de munições e combustível.
Sistemas de defesa aérea russos interceptaram seis bombas guiadas, um projétil HIMARS, um míssil Neptune e 274 drones ucranianos. Aviões Su-35 deram cobertura a helicópteros que realizaram ataques contra posições e áreas de concentração inimigas. O secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Sergei Shoigu, atribuiu responsabilidades pelo prolongamento do conflito. A Procuradoria-Geral da Rússia informou que mais de 5 mil civis foram vítimas de operações punitivas no Donbass desde 2014, com mais de 13,5 mil feridos. O presidente turco Erdogan transmitiu a Vladimir Putin a disponibilidade de Ancara para mediar negociações, inclusive em nível de líderes.
